Biografia

Roberto Corrêa nasceu em 1957, em Campina Verde – MG. Ainda jovem, mudou-se para Brasília para estudar física e descobriu seu destino: a música.

Fascinado pela viola caipira e pela viola de cocho, dedicou-se a explorar seus mistérios e a expandir seus limites.

Hoje é um dos mais importantes violeiros do Brasil. Sua atuação foi fundamental para o desenvolvimento do potencial de solista da viola. Instrumentista virtuose, compositor e pesquisador, Roberto Corrêa é reconhecido por seu talento e dedicação.

Sua discografia mostra a diversidade de sua expressão criativa, suas pesquisas são referenciais no universo da viola, e suas performances têm levado a viola caipira e a viola de cocho aos palcos de dezenas de países do mundo.

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Apresenta-se no dia 25 de setembro no Teatro OI em Brasília, no show intitulado "Minha Viola é Caipira e Contemporânea".

Participa, como convidado, do projeto "Mundo Caipira, Viola, Mundo Urbano em São Paulo em 01 de novembro.

Apresenta-se em São Sebastião-DF no Circuito de Folia de Reis.

Participa do VI Encontro de Musicologia de Ribeirão Preto, no estado de São Paulo.

Participa do Projeto Solo Música na Caixa Cultural com 3 apresentações, Fortaleza, Curitiba e Brasília.

Apresenta-se nos dias 07 e 08 de junho no SESC Ipiranga-SP, em recital Solo.

80º Feira do Troca – Olhos D’Água – GO, de 31 de maio a 02 de junho de 2013. Show Roberto Corrêa 01 de junho.

XIII Encontro de Violeiros de Brazlandia 2013, 20 a 23 de junho de 2013.

Na Trilha da Viola – Sesc São Caetano, 28 de junho de 2013.

Todos os Sons – Recital de Viola Caipira com Roberto Corrêa – UFG-Campus Riachuelo/ GO, 20 de julho de 2013.

Bandolim Solidário – Brasília/DF, 14 de dezembro de 2013.

13º Encontro de Folia de Reis de Brasília, 19 a 22 de dezembro de 2013.

Recital Roberto Corrêa, Ribeirão Preto – SP, 26 de setembro de 2013

1º Circuito de Folia de Reis do Distrito Federal, 04 e 06 de janeiro de 2012, DF

Roberto Corrêa – Recital Solo, Teatro SESI/Goiânia, 18 de junho de 2013.

 

2012
É curador e violeiro anfitrião dos shows, ao lado de Paulo Freire, na 2.ª edição do Voa Viola – Festival Nacional de Viola.
Lança o cd Viola de Arame em apresentação no Teatro Nacional, em Brasília, e no Espaço Cultural Arlequim, no Rio de Janeiro.
Realiza recitais na Feira Internacional do Livro, em Bogotá, representando o governo brasileiro. 
Apresenta-se no aniversário de 52 anos de Brasília. 
Apresenta, ao lado do mestre violeiro Badia Medeiros, o show O Erudito e a Raiz, no projeto Ser(tão) Brasileiro, no CCBB em São Paulo. 

2012

 

É curador e violeiro anfitrião dos shows, ao lado de Paulo Freire, na 2.ª edição do Voa Viola – Festival Nacional de Viola.

Lança o cd Viola de Arame em apresentação no Teatro Nacional, em Brasília, e no Espaço Cultural Arlequim, no Rio de Janeiro.

Realiza recitais na Feira Internacional do Livro, em Bogotá, representando o governo brasileiro. 

Apresenta-se no aniversário de 52 anos de Brasília. 

Apresenta, ao lado do mestre violeiro Badia Medeiros, o show O Erudito e a Raiz, no projeto Ser(tão) Brasileiro, no CCBB em São Paulo. 

 

 

2011
Apresenta-se em shows e recitais em São Paulo e Brasília.
Participa, como convidado, do CD Viola Brasileira em concerto.
Apresenta-se com Paulo Freire e Rogério Gulin no show Violeiros do Brasil, em Curitiba.
É solista convidado da Orquestra do Estado do Mato Grosso em apresentações em Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso.
É solista convidado da Orquestra de Câmara Goyazes em apresentações no estado de Goiás.
Participa do I Encontro Internacional de Educadores em Música na USP de Ribeirão Preto, no estado de São Paulo.
É qualificado pela Comissão Coordenadora do Programa de Pós-graduação em Música da USP para o doutorado direto.

2011

 

Apresenta-se em shows e recitais em São Paulo e Brasília.

Participa, como convidado, do CD Viola Brasileira em concerto.

Apresenta-se com Paulo Freire e Rogério Gulin no show Violeiros do Brasil, em Curitiba.

É solista convidado da Orquestra do Estado do Mato Grosso em apresentações em Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso.

É solista convidado da Orquestra de Câmara Goyazes em apresentações no estado de Goiás.

Participa do I Encontro Internacional de Educadores em Música na USP de Ribeirão Preto, no estado de São Paulo.

É qualificado pela Comissão Coordenadora do Programa de Pós-graduação em Música da USP para o doutorado direto.

 

 

 

2010
É curador, ao lado de Paulo Freire, do projeto Voa Viola – Festival Nacional de Viola, em sua primeira edição e participa do show em Brasília como anfitrião.
Apresenta-se na Explanada dos Ministérios, em Brasília, no show Brasília canta sua História.
É músico convidado para concertos ao lado da Orquestra do Estado de Mato Grosso, em várias cidades do estado do Mato Grosso.
Participa de shows e recitais em Piauí, Brasília, Curitiba e São Paulo.

2010

É curador, ao lado de Paulo Freire, do projeto Voa Viola – Festival Nacional de Viola, em sua primeira edição e participa do show em Brasília como anfitrião.

Apresenta-se na Explanada dos Ministérios, em Brasília, no show Brasília canta sua História.

É músico convidado para concertos ao lado da Orquestra do Estado de Mato Grosso, em várias cidades do estado do Mato Grosso.

Participa de shows e recitais em Piauí, Brasília, Curitiba e São Paulo.

 

 

2009

Lança o CD Violas de Bronze, com o rabequeiro pernambucano Siba, em shows em São Paulo, Brasília, Recife e na Holanda.

Participa do show de lançamento do livro e DVD Violeiros do Brasil no Chevrolet Hall em Belo Horizonte.

Prepara-se para lançar seu novo CD individual: Temperança.

Prepara-se para gravar dois novos trabalhos em disco: um solo instrumental e outro em voz e viola, com a cantora Ely Camargo.
Realiza concerto de lançamento do CD Antiqüera, com a Orquestra à Base Corda, no projeto Instrumental SESC Brasil em São Paulo.
Apresenta-se com o Roberto Corrêa Trio (João Egashira, Gabriel Levy e Roberto Corrêa) e Jaques Morelenbaum no Rio de Janeiro, Curitiba, São Paulo, Porto Alegre, Recife e Aracaju, pelo projeto Circular BR.
 
Atua como professor de viola caipira no 31º Curso Internacional de Verão da Escola de Música de Brasília.

Ingressa no programa de pós-graduação em Música da Universidade de São Paulo (U

Lança o CD Violas de Bronze, com o rabequeiro pernambucano Siba, em shows em São Paulo, Brasília, Recife e na HParticipa do show de lançamento do livro e DVD Violeiros do Brasil no Chevrolet Hall em Belozonte.

Prepara-se para lançar seu novo CD individual: Temperança.

Prepara-se para gravar dois novos trabalhos em disco: um solo instrumental e outro em voz e viola, com a cantora Ely Camargo.

Realiza concerto de lançamento do CD Antiqüera, com a Orquestra à Base Corda, no projeto Instrumental SESC Brasil em São Paulo.

Apresenta-se com o Roberto Corrêa Trio (João Egashira, Gabriel Levy e Roberto Corrêa) e Jaques Morelenbaum no Rio de Janeiro, Curitiba, São Paulo, Porto Alegre, Recife e Aracaju, pelo projeto Circular BR.

Atua como professor de viola caipira no 31º Curso Internacional de Verão da Escola de Música de Brasília.

Ingressa no programa de pós-graduação em Música da Universidade de São Paulo (USP).

 

2008

Conclui a produção do CD solo Temperança e do CD Violas de Bronze, em parceria com Siba.

Lança dois trabalhos de pesquisa em CD para a Série Cultura Popular Viola Corrêa: Chapada dos Veadeiros – culturas tradicionais do norte de Goiás e Foi o que que me trouxe – Moçambique do Capitão Júlio Antônio Filho.

Faz concertos de lançamento do CD Antiqüera, com a Orquestra à Base de Corda: em Curitiba, na abertura da XVI Oficina de MPB de Curitiba; em Tatuí, no projeto Brasil Instrumental; em Brasília, no projeto Viola Bem Brasileira e em Porto Alegre, no espetáculo Acorde Brasileiro.

Participa do DVD da Orquestra do Estado de Mato Grosso, como solista em cinco músicas.

Participa do livro e DVD Violeiros do Brasil, de Myriam Taubkin.

É publicado o livro A Luz que Nos Ilumia – imagens e dizeres da Comunidade São Francisco Oriunda do Parque Nacional Grande Sertão Veredas, com dois CDs gravados por Roberto Corrêa em trabalho de pesquisa sobre a musicalidade, em projeto de inventário (FUNATURA / IPHAN).

Realiza projeto de divulgação da viola caipira e viola de cocho no Uruguai, apresentando workshop e o recital El alma del sertão brasileño, no Teatro Solís, em Montevidéu.

Realiza concerto com a Orquestra do Estado de Mato Grosso no Teatro Nacional em Brasília, e com a Orquestra de Câmara Goyazes no Teatro Goiânia.

Participa do 1º Seminário Nacional de Viola Caipira (Belo Horizonte), do VIII Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros (GO), da MIMO (Recife) e do projeto Música no Museu (São Paulo).

É o professor de viola caipira do 30º Curso Internacional de Verão da Escola de Música de Brasília.

Recebe o título de Comendador da Ordem do Mérito Cultural, condecoração concedida pelo governo federal através do Ministério da Cultura.

Nasce Ramiro, seu segundo filho.

 

2007

Prepara novo CD solo, Temperança.

Realiza concerto de pré-lançamento do CD Antiqüera, com a Orquetra à Base de Corda, em Curitiba.

Coordena a pesquisa e dirige o projeto Modinhas de Goiás – Registro em imagem e som.

Dirige o documentário musical Modinhas de Goiás, lançado no Teatro de Pirenópolis e exibido na 7ª Goiânia Mostra Curtas, no Teatro Goiânia.

Faz a direção musical do CD do Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros.

Faz turnê em várias cidades de Portugal e Cabo Verde divulgando a viola e as tradições musicais do interior do Brasil, em ação promovida pela Missão do Brasil junto à CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa).

Apresenta-se como solista convidado da Orquestra do Estado de Mato Grosso, em concerto no Itaú Cultural em São Paulo.

Participa do recital Viola Instrumental – Ponteados Ancestrais e Contemporâneos, com Andréa Carneiro, Cacai Nunes, seu Manoel de Oliveira, Paulo Freire e Toninho da Viola, em Brasília.

Apresenta-se ainda em Palmas (TO), Natal (RN), Taguatinga (DF), Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP), Porto Alegre (RS), Goiânia (GO) e Uberlândia (MG).

Participa do espetáculo Viola Bem Temperada ao lado de Almir Sater, Renato Teixeira, Passoca, Os favoritos da catira, Matuto Moderno, Índio Cachoeira e Paulo Freire.

Faz show no VII Encontro de Folia de Reis do Distrito Federal.

Divide o recital Modinhas e Canções Brasileiras com Malu Mestrinho e Paulo André, no 29o Curso Internacional de Verão da Escola de Música de Brasília.

Atua como curador reginal do projeto Acorde Brasileiro - Encontro Nacional das Músicas Regionais, Porto Alegre/RS, realizado pelo SESC-RS.

Atua como consultor em música do Projeto Inventário dos Bens Culturais da Comunidade do Assentamento São Francisco Oriunda do Parque Nacional Grande Sertão Veredas, realizado pela Funatura em convênio com o IPHAN.

Recebe o título de Cidadão Honorário de Brasília, concedido pela Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Atua como um dos curadores do projeto Rumos Música do Itaú Cultural, em sua sexta edição.

2006

Grava o CD Antiqüera como convidado da Orquestra à Base de Corda, de Curitiba.

É lançado o livro Roberto Corrêa – Caipira Extremoso, com perfil e entrevista realizados por Sérgio de Sá, fotografia de Ricardo B. Labastier e análise crítica de sua obra musical assinada por Paulo Pestana.

Grava duas músicas inéditas para o CD que acompanha o livro Roberto Corrêa – Caipira Extremoso.

Apresenta-se ao lado de Siba, Cacai Nunes, Badia Medeiros e Paulo Freire em projetos do CCBB, da Caixa Cultural e do SESC, em Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Santos.

Faz recitais com Manoel Severino de Moraes e Francisco Sales da Silva (mestres tradicionais da viola de cocho), em Caracas e San Felipe – Venezuela, representando o Brasil no VII Encontro Para a Promoção e Difusão do Patrimônio Imaterial de Países Iberoamericanos, a convite do IPHAN.

Participa do Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros (GO) e do Encontro Mestres do Mundo (Limoeiro do Norte – CE).

Vinte anos de sua primeira participação no Curso Internacional de Verão da Escola de Música de Brasília.

 

2005

Lança o CD Reinado do Rosário de Itapecerica MG – Da festa e dos mistérios, resultado de projeto de pesquisa que teve sua direção musical.

Participa do projeto Viola Instrumental Brasileira, livro com CD organizado por Andréa Carneiro de Souza, como consultor geral e consultor para pesquisa e escolha de repertório.

Divide o palco com o Grupo Solo Brasil, no espetáculo Uma Viagem Através da Música do Brasil, apresentado no Palácio do Itamaraty.

Apresenta-se ao lado de Yamandú Costa no Complexo Cultural da Funarte, em Brasília.

Realiza show com Inezita Barroso, Adalberto & Adriano, Paulo Freire e Badia Medeiros no projeto Caipira ou Sertanejo?, em São Paulo.

Divide o palco com Jorge Antunes, pelo projeto Speculum Brasilis, no CCBB-Brasília.

Apresenta-se como solista convidado da Orquestra do Estado de Mato Grosso, em Cuiabá.

Faz recital ao lado de Ely Camargo, em São Jorge (Goiás), no V Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros.

Realiza turnê com Passoca e o grupo Viola Quebrada, pelo projeto Pixinguinha, nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Participa de shows em homenagem aos 80 anos de Inezita Barroso, em São Paulo e Brasília.

Realiza recitais solo no Rio de Janeiro, Brasília, Paracatu (GO) e Natal.

Nasce sua primeira filha, Nara.

 

2004

Lança o livro Roberto Corrêa: composições para viola caipira.

Faz a direção musical do CD Badia Medeiros – um mestre do sertão.

Realiza as gravações para o disco Reinado do Rosário de Itapecerica.

Participa do Prêmio Visa Instrumental.

Volta a apresentar o espetáculo Esbrangente, com Paulo Freire e Badia Medeiros, em várias cidades fluminenses pelo Circuito SESC Instrumental

Apresenta-se no show Ser(tão) brasileiro ao lado do Viola Quebrada, no CCBB de Brasília.

É músico convidado para concertos ao lado da Orquestra à Base de Corda, em Curitiba.

Participa do I Festival Internacional de Trovadores e Repentistas do Sertão Central em Quixadá e Quixeramobim (CE) e do IV Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros (GO).

 

 

2003

Lança o CD Esbrangente, uma parceria com Paulo Freire e Badia Medeiros.

Faz turnê de divulgação do CD Esbrangente, apresentando-se em várias cidades do interior paulista na Mostra SESC de Artes Latinidades.

É lançado em CD o registro do programa Ensaio, da TV Cultura, como parte da série A música brasileira deste século por seus autores e intérpretes, patrocinada pelo SESC São Paulo e produzida por Pelão.

Apresenta o recital Extremosa-rosa em Londrina, Brasília, Catanduva e Campina Verde, sua cidade natal.

Realiza shows em Rotterdam (Holanda) e em Viena (Áustria) com o Roberto Corrêa Trio, inusitado grupo de música antiga formado por viola de arame (Roberto Corrêa), contrabaixo barroco (Hendrik-Jan Wolfert) e viola da gamba soprano (Inês Marchese).

Oferece oficina de Musicologia Brasileira, no Curso Internacional de Verão da Escola de Música de Brasília, e de viola caipira no 23º Festival de Música de Londrina e no IV Canto da Primavera em Pirenópolis (GO).

 

2002

Lança o CD Extremosa-rosa, o seu sexto disco solo, em espetáculo na sala Villa-Lobos do Teatro Nacional de Brasília, com direção de Ary Pára-Raios.

Faz direção musical do CD Folia de Reis Irmãos Vieira – Tradições musicais do Noroeste de Minas, lançamento da Série Cultura Popular Viola Corrêa.

Produz o CD Cantos de festa e de fé – Tradições musicais paranaenses.

Lançamento do livro Tocadores – Homem, terra, música e cordas, de Lia Marchi, Juliana Saenger e Roberto Corrêa (curador).

Faz a trilha e a direção musical do espetáculo teatral Rosanegra – Uma saga sertaneja, espetáculo de Carmem Moretzsohn com montagem de Hugo Rodas.

Realiza o espetáculo acústico Violas do Brasil, ao lado dos parceiros Paulo Freire e Badia Medeiros em 36 cidades de oito estados pelo projeto Sonora Brasil do SESC Nacional.

Toca com o percussionista Naná Vasconcelos na Sala Villa-Lobos, em Brasília.

 

2001

Prepara e grava o CD Extremosa-rosa.

Relançamento pelo selo Kuarup do CD Viola caipira – Um pequeno concerto, LP de 1988.

Participa do Prêmio Visa Instrumental, sendo semifinalista.

Apresenta-se pelo mundo, a convite do Itamaraty: Santiago (Chile), Roma (Itália), Madri (Espanha), Lisboa (Portugal), Caracas (Venezuela) e Quito (Equador).

Participa do Encontro Nacional dos Pesquisadores da Música Popular Brasileira, do MIS - Rio de Janeiro, e do projeto Guitarras de América, na Faculdade de Artes da Universidade do Chile, em Santiago.

É tema do documentário Roberto Corrêa – A tradição da viola, da TV Sesc/Senac.

Participa de debates, oficinas, palestras, seminários e recitais por todo o país.

Tem sua trajetória, obra e atuações exibidas em programas especiais das tevês Cultura, Câmara e Senado.

 

2000

Finaliza e publica o livro A arte de pontear viola, trabalho pioneiro de formalização das técnicas da viola.

Ministra workshop de viola caipira no 20º Festival de Música de Londrina, no Paraná.

Workshop na II Jornada de Cultura Popular do projeto Nação Potiguar, em Natal, no Rio Grande do Norte.

Realiza a direção musical e roteiro do espetáculo teatral Romances – Um fabulário do Brasil, dirigido por Ary Pára-Raios e encenado no Teatro Goldoni, em Brasília.

Apresenta diversos recitais solo ao longo de todo o ano, por todo o Brasil.

Apresenta-se ao lado de Paulo Freire em Brasília (CCBB); e do maestro Eliseu Ferreira e Orquestra de Câmara Goyazes, em Pirenópolis.

Apresenta o recital com músicas do repertório do CD No sertão, com Orquestra Goyazes, na cidade de Goiás, e com Quinteto da Paraíba, em João Pessoa.

Apresenta-se em Maputo (capital de Moçambique), na Sessão de Gala da III Conferência dos Chefes de Estado e Governos da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa – CPLP.

Participa do debate Alma Brasileira, com Siba, Marlui Miranda e Benjamin Taubkin, pelo projeto Rumos Musicais, do Itaú Cultural.

Faz assessoria musical do show Puro Brasileiro, em Goiânia.

Começa sua colaboração para a revista Globo Rural, na coluna Raízes, onde publica diversos artigos sobre a cultura caipira, até 2002.

É convidado a ser curador regional (Centro-Oeste) do projeto Rumos Musicais do Itaú Cultural, no biênio 2000-2001.

 

1999

Prepara o livro A arte de pontear viola.

Divulga o CD No sertão em Curitiba, Belo Horizonte e Campinas, ao lado do Quinteto de Cordas.

Compõe a trilha e faz a direção musical do espetáculo teatral Cara-de-bronze, em Goiânia, conto de Guimarães Rosa adaptada por Marcos Fayad.

Apresenta o recital Nas cordas da viola pelo interior de São Paulo, Minas Gerais e em Brasília.

 

1998

Lança o primeiro CD da Série Cultura Popular Viola Corrêa: Sertão ponteado. O disco é fruto de pesquisa musical realizada no Entorno do DF.

Grava No sertão, acompanhado por quinteto de cordas. O disco, posteriormente lançado pela Kuarup, traz versões instrumentais de músicas brasileiras tendo o sertão como tema.

Realiza turnê do recital Caipira de fato, do CD gravado com Inezita Barroso, pelo interior de São Paulo.

Apresenta-se nos projetos Musicologia – A pesquisa e a criação, no Centro Cultural Banco do Brasil (RJ), e Encontro com a Dança e a Música Brasileiras, do Teatro e Escola Brincante (SP)

É lançado o CD Violeiros do Brasil, gravado ao vivo no show realizado no SESC Pompéia.

Oferece, pela quinta vez, oficina de Viola e Música Caipira no evento Oficina de Música, no Conservatório de MPB, em Curitiba.

Casa-se com Juliana Saenger, bacharel em física, empresária e produtora cultural.

 

1997

Grava Caipira de fato, segundo CD em parceira com Inezita Barroso, ganhador do Prêmio Sharp – categoria regional/cantora.

É lançado o CD Brasil Musical, pelo CCBB, com a gravação do projeto homônimo.

Realiza produção e direção musical do disco Meu céu, de Zé Mulato e Cassiano, pela Velas, que também conquista o Prêmio Sharp – categoria regional/dupla.

Publica, por meio do Arquivo Público de Uberaba, o caderno Folia de Reis de Uberaba, com transcrições em partituras das músicas das folias.

Apresenta-se no projeto Die lange Nacht der Gitarre, na Alemanha.

Participa do projeto Violeiros do Brasil, no SESC Pompéia, com recital solo transmitido pela TV Cultura.

Apresenta recital no II Festival de Música Antiga e Tradição Oral, em Curitiba.

Realiza várias apresentações no interior paulista com o projeto Encontro de violeiros, do Sesc.

Conhece Juliana Saenger, que posteriormente ocupa a direção de produção da Viola Corrêa.

 

1996

Grava Crisálida, CD com arranjos para viola caipira de clássicos do cancioneiro brasileiro.

Participa, ao lado de Inezita Barroso, do CD Voz e viola, lançado pela RGE, como instrumentista e arranjador.

Apresenta recital no projeto Instrumental do SESC Paulista, em São Paulo.

Lança o CD Voz e Viola, com Inezita Barroso, em São Paulo.

Realiza recitais na Argentina e na Bolívia.

Participa do I Festival de Música Antiga e Tradição Oral em Curitiba.

 

1995

Lança o CD Uróboro, em turnê pelo Brasil.

Participa do projeto Brasil Musical, no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro.

 

1994

Grava Uróboro, CD que traz composições solo para viola caipira e viola de cocho.

Participa do VII Festival de la Guitarra, na Guatemala.

Participa do Encontro Cultural dos Países da Língua Portuguesa, em Portugal.

Sobe ao palco ao lado da Orquestra de Viola Caipira de São José dos Campos, no Teatro Municipal de São José dos Campos.

Ministra oficina de Viola e Música Caipira na XII Oficina de Música de Curitiba, o que se repete nos quatro anos seguintes.

 

1993

Realiza turnê latino-americana como representante oficial do governo brasileiro. Apresenta-se no Chile, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Panamá e Venezuela.

Apresenta-se na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte.

 

1992

Realiza recitais pela América Latina como representante oficial do governo brasileiro. Apresenta-se no Uruguai, Paraguai, Argentina, Chile, Colômbia, Equador e Peru.

Faz pesquisa e roteiro do vídeo Viola caipira, produzido pelo CPCE-UnB.

 

1991

Apresenta-se na Itália e no Japão.

Faz recital na China, no Beijing Concert Hall.

Participa, na Alemanha, do festival Saiten Klänge (Festival Mundial de Instrumentos de Cordas).

Grava sua participação no disco Nino Rota por solistas brasileiros interpretando La Dolce Vita.

No disco também participaram, entre outros, Guinga, Zé Nogueira e Henrique Cazes.

 

1990

Realiza, ao longo do ano, recitais de lançamento do LP Viola andarilha.

Descobre que seu avô também foi um violeiro, no interior de Minas Gerais, morto em 1937 em uma emboscada devido a uma moda de viola que compôs.

 

1989

Grava, na Alemanha, o CD Viola Caipira – Brazil, na série Traditional music of the world, oferecida pela Unesco.

Lança o LP Viola andarilha pela Viola Corrêa, empresa que criou para dar suporte a suas produções.

Compõe e interpreta a trilha do disco Drummond de Andrade, com declamação de Lima Duarte.

Inicia turnê de lançamento do disco Viola Caipira – Um pequeno concerto.

Participa do longa-metragem República dos Anjos, de Carlos Del Pino.

 

1988

Grava Viola caipira – Um pequeno concerto, o primeiro disco de “viola pura” do Brasil (sem outros instrumentos), produzido por Pelão.

São lançados pela Funarte o disco Cururu e outras danças e o livro Viola de cocho, ambos resultados de pesquisa com Elizabeth Travassos, pelo Instituto Nacional do Folclore.

Faz sua primeira turnê no exterior, no projeto Begegnung mit Brasilien, na Alemanha.

 

1987

Lança o LP Marvada viola pelo Brasil, com participação especial de Inezita Barroso.

Grava versão para Trenzinho caipira no disco Villa-Lobos, que conta com Raphael Rabello e Toinho Alves, entre outros, e tem produção de J. C. Botezelli, o Pelão.

 

1986

Realiza, em unidades do SESC de todo o país, recitais do projeto Moda de Viola.

Ministra sua primeira oficina de Viola Caipira e Música Caipira no Curso Internacional de Verão da Escola de Música de Brasília. Esta oficina foi oferecida nos dois anos seguintes, também em seis ocasiões entre 1989 e 1997 e novamente, sem interrupções, entre 1998 e 2009.

Ministra a oficina de Viola e Música Caipira no I Seminário Brasileiro de Música Instrumental em Ouro Preto, organizado por Toninho Horta.  

 

1985

Forma-se em Licenciatura em Música pela Universidade de Brasília.

Ao lado de Rolando Boldrin e Sivuca, entre outros, grava o vinil Marvada viola, pela Funarte, uma homenagem a Capitão Furtado.

Participa dos projetos Pixingão e Pixinguinha, ao lado de Elizeth Cardoso e Camerata Carioca, em turnê pelo Brasil (RJ, PR, SC, GO, MT, MS) .

É contratado como professor de viola caipira pela Escola de Música de Brasília (EMB), na instalação do primeiro curso oficial de Viola Caipira do Brasil. 

 

1984

Apresenta-se ao lado de Ary Pára-Raios no recital Brasis - Viola, Prosa e Verso, em Brasília.

Participa do Projeto Pixinguinha, a convite de Hermínio Bello de Carvalho, ao lado de Nonato Luiz e do Quinteto Violado.

Realiza recital no IV Encontro Nacional de Pesquisadores da MPB, na Sala Funarte, no Rio de Janeiro.

Faz suas primeiras apresentações na televisão, nos programas Som Brasil (Globo) e Viola, Minha Viola (TV Cultura).

 

1983

Inicia carreira profissional como violeiro. Seu objetivo é apresentar toda a sonoridade e possibilidades da viola caipira e da viola de cocho.

Realiza o recital Parecença, no Teatro Galpão, em Brasília.

Lança Viola caipira, um dos primeiros livros brasileiros dedicado à viola caipira.

Apresenta-se no I Encontro de Música do Centro-Oeste, em Campo Grande (MS).

Com bolsa de Aperfeiçoamento do CNPq, inicia sua pesquisa sobre a viola de cocho em Mato Grosso, nas cidades de Cuiabá, Poconé e Santo Antônio do Leverger.  

 

1982

Ingressa no curso de Música da Universidade de Brasília.

Realiza seu primeiro recital solo fora de Brasília. É em Montes Claros (MG) e conta com a participação especial do violeiro Zé Coco do Riachão.

Conhece a viola de cocho por meio do trabalho da pesquisadora Julieta de Andrade.

Passa a integrar o quadro da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal como professor de Física.

 

1981

Gradua-se em Bacharelado e Licenciatura em Física.

Realiza seu primeiro recital solo com a viola caipira: é um recital comentado na Universidade de Brasília.

 

1980

Obtém Bolsa de Iniciação Científica do CNPq, até 1982, para executar o projeto Viola Brasileira, sob orientação de Emílio José Terraza.  

 

1979

Ainda como aluno de Física, inicia na UnB o desenvolvimento de projeto de pesquisa intitulado Viola Brasileira.

Já atuando como violeiro, começa a fazer pequenas apresentações artísticas dentro da Universidade.

 

1978

Primeiras apresentações do grupo musical Olho d’Água. Sobe ao palco no I e II Encontro Universitário da UnB, no Bandejão Musical e em diversas apresentações pelo Campus da UnB.

 

1977

Cria com colegas da Universidade o grupo folclórico Olho d’Água.

Participa do programa Bolsa Trabalho / Arte do MEC/FUNARTE/UnB de 1977 a 1980, atuando como pesquisador, arranjador e instrumentista do grupo folclórico Olho d’Água.

Encanta-se com a viola caipira. Logo descobre que não há método para o aprendizado do instrumento.

Inicia, de forma independente, pesquisa sobre a viola caipira.

 

1976

Ingressa na Universidade de Brasília, no curso de Física.

 

1975

Vai para Brasília, preparar-se para prestar o vestibular.

 

1974

Deixa Campina Verde para concluir o Ensino Médio em Belo Horizonte.

 

1967

Começa a estudar violão “de ouvido” com José da Conceição.

 

1957

 Nasce em Campina Verde, no dia 11 de março, Roberto Nunes Corrêa, filho do fazendeiro Avaí Dameão Corrêa e Eleusa Nunes Corrêa, funcionária da Coletoria do Estado de Minas Gerais.